
25 julho 2007
24 julho 2007
Personagens urbanos
Todo santo dia, entre oito e nove da manhã, faça chuva ou faça sol, há um senhor de idade que distribui comida entre os gatos do Parque do Ibirapuera.JAZZ e HQ
Você gosta de jazz, bebida de qualidade e arte?Gosta de falar besteira com a mesma seriedade com que fala de filosofia?
Curte artistas descolados, bonitos, inteligentes e independentes?
Então você esteve ontem no Jeremias, o Bar e não tem medo de segundas-feiras chuvosas.
(Na hora da festa, São Pedro até deu um trégua)

18 julho 2007
15 julho 2007
Testando material nas alturas ao som de Debussy


O pincel de Kolinsky é realmente uma maravilha, já o papel Fontenay é melhor que o Fabriano, mas muito inferior ao Arches, pois apesar de ser 100% algodão não tem a mesma capacidade de retenção de água e requer um pouco de cuidado pra que as bordas das pinceladas não formem aquelas odiosas linhas escuras.
09 julho 2007
Garagem Hermética # 3
No mix desta edição temos as seguintes hqs: Mais um dia Comum por Nobu Chinen e Kleber de Souza, Uma Noite no Circo e Tendências por Luigi Colafigli, Próximo Ponto, o Amor por Deivs, Interlúdio por Edu Mendes, Com Grandes Poderes... por Cadu Simões e Jeff Batista, Tentáculos por Daniel Esteves e Caio Majado, Outono Descartável por Fabio Santos, Pulga por Celão.
Além disso, a GH 3 traz um texto de Edu Mendes e outro do Jal sobre as mudanças ocorridas na Gibiteca Henfil, e um artigo de Nobu Chinen sobre a revista em quadrinhos francesa Metal Hurlant, que é um dos modelos de inspiração para a Garagem Hermética. A edição da revista é de Roberta Bronzatto e a capa foi produzida por Rodrigo Taguchi e o Studio Vermis.
A Garagem Hermética 3 tem formato 15 x 23 cm, capa colorida, 32 pags p/b e custa R$ 3,00. Ela poderá ser comprada em breve pela Internet na loja da Loser Graphics ou encomendada diretamente pelo e-mail sociosltda@gmail.com. E a revista será lançada na Menor Livraria do Mundo, no próximo dia 23, às 19h30. A Menor fica localizada no Jeremias, O Bar ( Rua Avanhandava, 37 - Centro - São Paulo ).
03 julho 2007
Medusa
02 julho 2007
Pintura na forma de processo
No fim de 2006, comecei uma série de pinturas com o intuito melhorar tecnicamente meu uso da aquarela e para me focar em uma linha de pesquisa mais definida.No início, tentei trabalhar em cima da minha visão de uma cidade como São Paulo e da maneira caótica como os fragmentos se agrupam de modo a formar um todo e criar uma identidade complexa.
Com o tempo, o meu foco saiu do espaço positivo da composição e passou a se centrar mais no vazio e nas lacunas que se formavam entre os fragmentos.
Ultimamente, tenho descoberto, com uma certa surpresa, que meu interesse tem estado muito mais na relação entre os contrastes cromáticos (principalmente de cores complementares, rebaixadas com a adição de água) e tenho refletido se isso não diz algo sobre a maneira como eu tenho interpretado a realidade a minha volta. 

27 junho 2007
Encontro de Fanzines
Entre março e junho desenvolvi, a pedido da Secretaria da Cultura ,um conjunto de três oficinas de quadrinhos aplicadas em bibliotecas da prefeitura. Foi uma experiência bem interessante por dois motivos: desenvolver uma oficina gratuita de hq de longa duração ( 48hs) e lidar com um público que ia dos 7 aos 80 anos de idade de pessoas das mais diferentes origens sociais.Por se estender ao longo de 3 meses com uma aula semanal, a oficina foi dividida em 4 módulos: Roteiro, Desenho, Diagramação e Montagem do Fanzine. Além de ter sido uma oportunidade rara pra mim como professor, foi uma experiência única por permitir que falássemos com calma sobre quadrinhos como forma de expressão e não só como forma de entretenimento.
Nesta sábado, dia 30, haverá um encontro para palestras e divulgação dos fanzines resultantes destas três oficinas e de mais oito, desenvolvidas em outras bibliotecas pelo Sam Hart, pelo Alexandre Nagado, pelo Ezê e pelo Fábio Santos.Apareçam por lá.
16 junho 2007
Jazz e Arquitetura
A Arquitetura está entre as artes mais incompreendidas da nossa geração. Qualquer um sabe o que é um edifício ou uma cidade, mas poucos sabem o que realmente é Arquitetura.Definições do que vem a ser a Arquitetura já ouvi muitas, mas uma das poucas que convenceram foi aquela que diz que a Arquitetura é o que resulta de um espaço quando este sobre algum tipo de interferência criada pelo homem.
Ou seja, se você tem um espaço vazio e constrói uma parede nele, Arquitetura não é a parede ( isso é construção), Arquitetura é o que resulta deste espaço com a nova parede. A Arquitetua não é propriamente o concreto, a massa, mas o vazio. Mesmo porque as pessoas não são capazes de viver dentro das paredes.
Mario Laginha é não só um grande pianista português, mas também dos grandes compositores vivos hoje. Além disso, é um fascinado por Arquitetura, ou melhor, Arquitectura, como se escreve em Portugal, e a propósito da Trienal de Arquitectura que ocorre em Lisboa, acaba de lançar, com o Mario Laginha Trio ( Bernardo Moreira, contrabaixo; Alexandre Frazão, bateria), o cd Espaço, inspirado na Arquitetura e em todas as questões inerentes a ela. Mario Laginha parece perceber muito bem do que é feita a Arquitetura.
Escutem uma faixa desse trabalho no blog da Trienal, Basta clicar no ícone de "play" abaixo da capa do cd.
12 junho 2007
03 junho 2007
19 maio 2007
13 maio 2007
Preciosidades Arquitetônicas: Forte de São João
Com a denominação de Forte São Tiago, o monumento foi erguido em paliçada de madeira em 1532, época em que foi ponto de partida para a esquadra de Martim Afonso fundar a Vila de São Vicente, em 22 de janeiro do mesmo ano. Construída em ponto estratégico para defesa de ataques de índios, piratas e inimigos às vilas de São Vicente, Santos e São Paulo de Piratininga, foi dessa mesma fortaleza que a esquadra de Estácio de Sá partiu para fundar a cidade do Rio de Janeiro, em 1565.A primeira grande reforma no monumento aconteceu em 1547 após o ataque vitorioso dos Tupinambás que incendiaram o forte e destruíram o povoado da então Buriquioca (Morada dos Macacos) como era chamada Bertioga em tupi-guarani Em 1699, a fortaleza ganhava as características atuais sendo rebatizada como Forte São João, em 1765, devido à restauração da capela erguida em louvor ao santo. Tombado pelo Iphan em 1940, abrigou as instalações do Exército até 1945. A última ocupação militar foi como quartel de pelotões de vigilância do 4º e 6º Batalhões de Caçadores, defendendo a região da ameaça alemã durante a 2ª Guerra Mundial. Depois, chegou a alojar o destacamento da então Força Pública, a atual Polícia Militar do Estado. Em 1966, o Iphan retomou o processo de restauração do monumento que foi definitivamente reaberto ao público em 2001.



03 maio 2007
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